5 maus hábitos de #programadores absolutamente ineficazes

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Alguns programadores são melhores que outros isto é fato. Em linhas gerais podemos dizer que: alguns são absolutamente brilhantes, alguns são bons e outros poucos competentes. Mas ainda existe aquele percentual que são realmente ruins. Dito isso vejo que a diferença entre um bom ou mau programador não é necessariamente uma habilidade técnica de codificação.

De fato, vejo que é algo ainda de origem mais básica; os maus hábitos.

Os maus hábitos são difíceis de se quebrar tanto na vida pessoal quanto na vida profissional. Dito isso, nós, desenvolvedores, muitas vezes falhamos em nossos hábitos, ao mesmo tempo que ficamos com códigos que eventualmente nos impedem de alcançar todo o nosso potencial. Embora alguns hábitos possam nos ajudar a acelerar nosso trabalho outros podem causar danos a nossos negócios e à vida pessoal.

Muitas vezes não temos consciência dos nossos maus hábitos e tudo o que precisamos é de alguém para lançar luz sobre eles.

Como a vida, a programação não tem regras rígidas e rápidas. Às vezes você voa para ganhar. Vamos falar sobre alguns maus hábitos de programação dos quais você deve se livrar o mais rápido possível.

1 – Meu código é o melhor

O tipo de pessoas que todas as equipes precisam são pessoas que sejam humildes, com fome de conhecimento e espertas:

  • Humildes: concentrando-se mais em seus companheiros de equipe do que em si mesmos sabendo escuta-los e entende-los.
  • Fome de conhecimento: o que significa que eles têm uma forte ética de trabalho, querendo sempre aprender e estão determinados a fazer as coisas certas, contribuindo de qualquer maneira com a equipe.
  • Espertas: que significa não necessariamente inteligente intelectualmente, mas sim com proatividade e dispostas, sabendo fazer as conexões corretas para a resolução dos problemas enfrentados.

    Saiba que ** O orgulho é o véu que cobre seu rosto pra enchergar as coisas mais básicas, simples e eficientes**.

2 – Eu posso consertar isso em um instante

Faça um favor a si mesmo. Dê a si mesmo permissão para aproveitar ao máximo sua vida. Se você está gastando todo o seu tempo esfregando cantos com uma escova de dentes, está perdendo o foco. Tomar atalhos não significa encurtar o resultado final.

Tomar atalhos é muito tentador, todo mundo já fez isso. Na verdade, existem situações em que são necessárias, mas, no geral, são perigosos e devem ser evitados. Um atalho que de certo pode poupar algumas horas, mas pode causar meses de dor de cabeça e perda de reputação, o risco x fator benefício nem sempre vale a pena.

Tome meu conselho a sério. Eu aprendi da maneira mais difícil que tomar atalhos e viver de graça não é realmente viver livre.

3 – Lembro-me de tudo. Eu não preciso documentar.

A documentação é o óleo de mamona da programação. Os gerentes acham que é bom para programadores e programadores amam odiá-la!

Mas essa prática para grandes desenvolvedores, se torna parte intrínseca de sua rotina diária. Eles percebem que, como acontece com qualquer função de negócios, as equipes de desenvolvimento de software estão sempre em fluxo,
Percebem que programadores podem mudar de emprego, mudar de um departamento para outro ou se aposentar. Na pior das hipóteses, doenças, lesões ou morte podem afastar os membros da equipe quando menos se espera.
O código envelhece também. Os desenvolvedores podem esquecer facilmente como funciona o código se não tiverem sido tocados por um ano ou mais.

Em qualquer um desses cenários, ter acesso a documentos de design, especificações da API, páginas de manual e comentários de código pode significar a diferença entre um produto de remessa e um prazo final estourado.
E essa atitude é o que os torna um ativo valioso para a equipe. Você não se torna “insubstituível” intencionalmente por não documentar nada.

Tudo o que você acaba se tornando é uma responsabilidade “irreparável” para sua equipe.

4 – Não fui eu!

Talvez esta afirmação acima não possa ser subestimada e seja uma das características mais importantes de entendimento de um grande desenvolvedor.

**Nós sempre temos uma desculpa … **

É como se disséssemos que em condições normais nunca cometeríamos um erro, o que honestamente é difícil de acreditar.

Os desenvolvedores ruins culpam os clientes por não usar o produto “corretamente”. Um desenvolvedor ruim não assume a responsabilidade por todo o produto e bugs. Eles garantem que todos saibam exatamente quem foi o responsável quando um bug foi criado por outra pessoa.

E o que exatamente é conseguido fixando a culpa? Nada mesmo.

Ter uma atitude saudável, onde você pode apenas dizer algo como: “sim, desculpe, agora precisamos fazer isso para corrigir este problema, minha culpa” irá ajudá-lo a construir uma reputação e a ser melhor considerado pelos seus colegas.

Quanto mais cedo você admitir seus erros, mais tempo você terá para corrigi-lo. Simples assim!!!

5 – Seu “feito” não é feito.

Este é um dos conceitos que acho mais nebuloso no mundo de desenvolvimento de software.

  • Lembre-se que feito significa: testado e aprovado pelo usuário conforme suas necessidades e expectativas previamente acordadas. Não é feito a partir do seu fim para ser considerado feito.

Um bom desenvolvedor está ansioso para aprender coisas novas. Eles se esforçam para entender como todas as partes da arquitetura funcionam juntas e em que estado elas estão. Eles questionam o design e as ideias por trás dos recursos para solucionar uma solução. Eles entendem o que faz uma boa experiência ao usuário.

Um desenvolvedor ruim, por outro lado, está ligado à sua tecnologia favorita. Eles acham que um único método ou processo é o “ideal” e que a experiência e a situação do usuário nunca devem orientar decisões. Eles trazem dependências desnecessárias para o projeto para atender às suas preferências.

Conclusão

Ter uma atitude positiva é melhor do que ter qualquer número de anos de experiência em qualquer lugar de trabalho.
Apenas a habilidade certa no trabalho não é o suficiente deve-se pensar e complementa-la sempre com a atitude certa, a atitude correta é muito mais importante.

Ter uma atitude simples e positiva, juntamente com um pensamento claro, refletirá no trabalho o que você faz e fará de você uma pessoa mais produtiva.

Isso pode determinar quão bem você realiza seus projetos e também como os outros o percebem. Uma boa atitude é contagiante. Ela preenche todo o local de trabalho.

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